Djenyfer Arnold é bicampeã em Brasília e quer continuar evoluindo no triathlon





Atleta do Pinheiros vai treinar na Europa com Miguel Hidalgo

Desde que começou a treinar sob a orientação do técnico Marcelo Ortiz, o mesmo que treina Miguel Hidalga, atual vice-campeão mundial, a triatleta Djenyfer Arnold vem tendo uma ascensão acentuada em sua carreira. Prova disso foi no último domingo (27), quando conquistou, de forma brilhante o bicampeonato do Nubank Ultravioleta IronMan 70.3 Brasília.

Com o tempo de 3h55min41s, Dje registrou a quarta melhor marca feminina do mundo na distância. E escreveu mais um capítulo no triathlon nacional, aumentando ainda mais sua posição como a melhor triatleta do País. Ainda em terras brasileiras,  a triatleta já arrumou as malas para iniciar os treinamentos na Europa.

A atleta do Pinheiros melhorou sensivelmente na parte do ciclismo. Foto – World Triathlon

Experiente e conseguindo melhor sua performance a cada prova, Djenyfer mostrou muita consistência nas três modalidades da modalidade. A prova disso é a diferença de tempo em relação a disputa do ano passado com a desse ano: quase seis minutos a menos.

“Estou muito feliz com esse resultado. Acho que comecei o ano realmente com o pé direito. Fui desafiada a fazer abaixo das quatro horas, além de colocarem em dúvida meu ciclismo. Fui dormir pensando nisso e decidi que entregaria o meu melhor na bike. Não sei se consegui exatamente o que queria, mas posso afirmar que dei tudo de mim. Acredito que fiz uma prova muito forte, com uma vantagem excelente”, afirmou a triatleta do Azul e Preto, parceira de Hidalgo nos treinamentos.

Djenyfer ainda destacou às dificuldades encontradas em Brasília.  “No ciclismo, o percurso dificulta bastante a noção de distância para as adversárias, então é complicado se situar. Em alguns momentos, senti uma queda de ritmo, mas comecei a me motivar e a me cobrar, repetindo para mim mesma que precisava manter o foco e provar o meu nível. Já na corrida, procurei me concentrar na minha passada e em controlar a respiração, tentando relaxar o máximo possível até o fim”, completou.