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Era das lives pode ter chegado ao fim com a perda de público

Seria o fim das lives? Artistas perdem público e podem perder patrocinadores.

As lives se tornaram uma das principais ferramentas de entretenimento em época de confinamento, isolamento social, lockdown, ou seja como for definido em cada local do Brasil. A verdade é que, com shows cancelados, os artistas tiveram que se reinventar e o Youtube acabou sendo uma grande ferramenta de ganhar dinheiro e, no reboque de tudo isto, ainda ajudar o próximo.

Desta forma e, considerado o precursor de todo o movimento, Gusttavo Lima acabou sendo o ‘queridinho’ do público, fazendo sua primeira live com milhões de expectadores. Não parou por aí, na sequência ele acabou fazendo outras aparições virtuais e conseguiu muita audiência. Mas, até mesmo o grande precursor da tendência, acabou perdendo público ao longo das aparições.

Artistas perdem público e lives podem estar ameaçadas

A verdade é que o negócio de lives funciona assim: o artista não ganha muito dinheiro da plataforma de exibição. A remuneração ‘pesada’ do artista vem dos diversos patrocinadores que ficam na tela e nos diversos elementos decorativos no palco de apresentação do artista.

Por conta disto e para tornar a ferramenta ainda mais útil, os artistas, junto com seus patrocinadores ainda definiram as lives (ao menos as principais) como ‘solidárias’ e conseguem arrecadar toneladas de alimentos, além de dinheiro para àqueles que mais precisam.

Mas, live vive de patrocínio e o patrocínio depende de quanta gente assiste o conteúdo. Quanto menos gente, menores os patrocínios e menos atrativo fica o negócio. Claro que as lives não irão acabar, mas o volume de shows deve ser reduzido.

A ver, esta semana, por exemplo, final de maio, poucas foram as lives de artistas renomados, sertanejos, populares, sambistas, pagodeiros. Claro que as datas influenciam, meio de semana pode não ser muito atrativo, mas a ferramenta parece mesmo ter perdido força.

Segundo reportagem do G1, sabe-se que, em média, artistas perderam cerca de 20% da audiência, em caso de nova apresentação.

Também cabe lembrar que apenas os artistas ‘patrocinados’ ganham ‘dinheiro’ com as lives. Artistas menos conhecidos não têm faturado quase nada e nem a ‘reinvenção’ foi a solução financeira.

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